02 fevereiro 2014

Resenha: Cidades de Papel

Cidades de Papel
John Green
Intrínseca 
361 páginas

Quentin tinha nove anos quando ao andar de bicicleta com sua vizinha (a criatura mais fantasticamente linda que Deus já havia criado) deparou-se com um homem morto debaixo de um carvalho no parque. Margot Roth Spiegelman ficou curiosa e como adorava histórias de suspense já imaginava o que poderia ter acontecido, Q. assustado só queria voltar para casa e contar para alguém o que tinham visto. Nessa mesma noite Margot aparece a noite em sua janela para contar o que havia descoberto sobre "o caso". 

Anos depois, Q. ainda nutria um amor platônico por Margot, ambos estavam no último ano do Ensino Médio, e Margot era popular, tinha um namorado e amigos populares, enquanto Quentin era amigo de Radar (cujos pais tem a maior coleção de papais noéis negros do mundo) e de Ben (dono do Pé na Cova, carro que eles utilizam bastante no livro).

Numa noite que devia ser como qualquer outra, Margo aparece na janela de Q. , como fez quando criança, porém toda camuflada o intimando a pegar a minivan de sua mãe e ser seu motorista e auxiliar num plano de 12 passos que ela bolara para se vingar de seu namorado que a estava traindo com sua suposta "melhor amiga". Quentin acaba topando e nessa noite/madrugada eles fazem coisas mirabolantes que Q. jamais imaginara fazer, inclusive invadir o Sea World.

Claro que depois disso nosso protagonista tem várias expectativas quando ao dia seguinte, será que Margot falaria com ele na escola? Será que voltariam a ser amigos? Será que ... ? Mas Margot não foi a escola naquele dia, nem no seguinte, nem no outro ... havia fugido de casa, coisa que já fizera outras vezes, porém deixou algumas pistas para Quentin encontrá-la, será que ele vai conseguir?

Bom, a partir daqui o livro trata dessa busca por Margot, Quentin segue várias pistas, não sabe se conseguirá encontrá-la e suspeita que se encontrar, será como aquele homem no parque há muitos anos atrás.

Dos três livros que li do autor, foi neste que encontrei mais ação. John Green consegue criar personagens (especialmente as femininas) muito interessantes, misteriosas, determinadas, diferentes, e Margot é uma dessas personagens, esse é um dos diferenciais dos livros deste aclamado autor, porém, devo admitir que o final não foi bem o que eu esperava e embora tenha sido bom, trazido várias reflexões e tudo o mais, eu fiquei um pouco decepcionada, mas nada que tenha estragado a leitura.

Não costumo atribuir notas para os livro que leio, considero uma tarefa deveras difícil, mas diria que John Green é no gênero que ele escreve um autor 5 estrelas e diria que Cidades de Papel é um livro de 4 estrelas e meia :P

Sobre edição e diagramação, excelente, como costuma ser o trabalho da editora intrínseca.

5 comentários:

  1. Acho que se eu visse um homem morte, que morreria era eu. Hihi

    caminhadoemmarte.blogspot.com.br

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  2. Há tempos quero ler esse livro e adorei sua resenha! Vou providenciar a leitura o quanto antes porque fiquei com muuuita vontade de ler, adoro ação e suspense hahaha

    Beijos :)
    Meu Conto de Fada

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  3. gostei.
    eu li apenas um livro do autor até agora e amei, vou ver se leio esse logo
    Seguindo o Coelho Branco

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  4. Poxa! Chateada, só eu que não curti o livro!:(
    Beijo!

    minhassingularidades.blogspot.com.br

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  5. Eu amei o livro pra mim ele é o melhor dos que já li do autor, bem no fim eu achei que ela estaria morta então gostei de como acabou por que não acabou dá a entender que continua e na minha imaginação ela volta com ele e vão pra faculdade hehe

    bjos

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Quem Escreve?

Mônica. Gaúcha, 22 anos, apaixonada por livros, línguas estrangeiras, corujas e pessoas criativas. Futura professora de Espanhol, ama compartilhar suas experiências e devaneios no blog.

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